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quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Me Prende... me Algema... me Chama de Bandida !!!!!!

Harraaaaa...eu voltei !!!!!!  E vim acompanhada...muiiiitooo...bem acompanhada. Vim nos braços dos Policias e Xerifes totozos dos romances....uiuiuiiii.  crazy monkey 039
Lá estava eu lendo uns livrinhos com os deliciosos mocinhos e resolvi dar um post pra eles...afinal eles merecem né. Sempre preparados para proteger e colocar ordem na bagunça. Apesar que muitas vezes eles que acabam provocando a bagunça quando estão perto das mocinhas.
É bagunça de roupas espalhadas pelo o chão,  bagunça na mesa de jantar quando resolvem lálálálá em cima das comidas, bagunça no banheiro molhando tudo, bagunça na cama voando lençol e travesseiro pra todo lado, bagunça no bar quando arrumam briga depois de ta com a cara cheia por ter sido abandonados pela a mulher amada, bagunça em festas quando ficam ciumentos outro macho resolve rodear a sua fêmea.



Algunas autoras que são chegadas nas algemas e nas pistolas potentes dos homens da lei deliciosos são : Diana Palmer ( hehehehhehe....ela adora um homem da lei mandão e com armas potentes....e que potencia !!!!!),
 Lora Leigh ( com os Nauti Boys....uiiiaaaa...que calor...Zeke xerife gostosão )
Lori Foster ( aiaiaia....criou meu delicioso Morgan...xerifão tarado...delicia...)
Sherrily Kenyon ( Série B.A.D - Mentiras Sussurradas....Carlos Delgado haaaa, gostoso...hot...hot. devoro ele todinho e ainda lambo os dedos... hahhahaha)
Lisa Marie Rice e Nora Roberts....
Bom meninas essas são algumas que no momento eu lembrei, mas existe diversas autoras que adoram fazer nós leitoras avidas e fanáticas ficar imaginando o tamanho das pistolas dos homi...hehehhehehehe
folha de rir
Ai como eu queria ser algemada por um dos mocinhos da lei...aiai. Os homi são tudo de bão...
São sarados, musculosos, possessivos, mandão, carinhosos, sexy e durão ( esse ultimo é em todos os sentidos das palavras se é que vocês me entendem hihihihihii).
Ain meninas digam quem não queria ter uns desses bofes protegendo sua retaguarda, ou sua frente, ou de lado, em cima ...em baixo....horizontal...vertical..hahhahaha....Eu queria.
Como eu disse no titulo...me prende, me algema e chama de bandida!!... Se eu passar apenas algumas horinhas algemada ao bofe...uiiiii....juro que tiro muitas lasquinhas dele.
Já fico logo imaginando nós na viatura da policia...noooossa com certeza eu me atracava com ele e rolava um embaçamento no vidros do carro. Ou quem sabe ser algemada na cama...no caso eu preferia ele algemado...eita ....que ia ter muito upa-upa lálálálá...hahahhahaahaha. 
Apesar que aceitaria também levar apenas uma dura deles....podem ser bem rígidos comigo...Ui divaguei agora no duplo sentidos das palavras...hahahahhaa






Para aguçar mais nossa imaginação e provar um pouquinho desses homens de uniformes sexy e estimulantes, vou deixar dois trechos hots de dois livros : 

Série B.A.D - Mentiras Sussurradas....Carlos Delgado : —Você está certo que você quer fazer isto… comigo?— Ele perguntou, odiando o sentimento doente que o atingiu no pensamento que ela poderia agora mudar de ideia. Mas ele não a culparia se ela afastasse.
—Eu não estou… certa—,— ela murmurou.
—Que você quer fazer isto?— Ele terminou.
—Oh, não.— Ela agitou sua cabeça uma vez. —Eu sei que eu queiro fazer amor com você… se você tiver certeza?
O aperto que oprimia seu peito relaxou com aquela admissão nervosa.
Ela ainda não acreditava em que ele a queria?
Carlos pegou sua mão e guiou os dedos dela até sua ereção. Ele silvou com o contato. Uma dor surgiu em sua virilha pesada.
—Ainda se perguntando?— Ele arreliou, sua voz cascuda com desejo.
Seus olhos azuis violeta bonitos se alargaram, então cintilou com felicidade. Como algo tão simples quanto ver sua felicidade podia fazer seu coração saltar de alegria?
Ela esfregou os dedos dela ao longo da frente de sua calça jeans, acariciando seu pau, experimentando com pressão gentil até que ele apertou seus dentes contra o doce tormento.
Quando ele colocou as mãos dela para longe, ela sorriu timidamente. Ela o beijou com tentadores lábios, testando, beliscando, então se moveu para seu pescoço. Sua exploração tímida o deixava louco a cada segundo que passava esperando para senti-la.
Ele não se envolvia com mulheres, mantida as coisas leves.
Ele provavelmente seria maldito para toda eternidade, mas ele não ia se afastar.
Os dedos delicados se moveram lentamente junto a clavícula dele para o peito dele e cuidadosamente soltou um botão de sua camisa. A respiração dele ficou presa. Ele devia lhe parar aí mesmo, mas a curiosidade o manteve cativo. Ela tinha uma inocência que ele não achou em outra mulher adulta, uma novidade intoxicante estava em seus movimentos sem experiência.
Mas ele sentiu que ela queria, ou precisada, de controle, sentir o poder sobre ele. Ele moveu suas mãos de sua cintura, deixando seus braços cair de seu lado.
Ele veria a Gabrielle corajosa que correu pelos túneis hoje à noite ou a mulher recatada de sofisticação que podia ser tão reservada e adequada?
Os toques de borboleta dela moveram para baixo sua camisa, deixando os outros botões, mas puxando a camisa livre antes dela alisar mãos ao alto e para o lado e através de seu peito.
Ele sugou uma respiração e devia ter estado preparado, mas quando os dedos dela correram acima de sua calça jeans se esfregaram sobre sua ereção novamente, um choque de eletricidade se arremessou por seu pau. Ele apertou sua parte inferior e esfregou seu pau contra os dedos inquisitivos dela.
Aleluia, a Gabrielle corajosa apareceu.
Ela desceu seu zíper de sua calça, cavando os dedos dela do lado de dentro, se curvando ao redor dele. Carlos se apertou contra as mãos famintas dela e lutou para permanecer imóvel tanto quanto ele podia, então se levantou.
Ele a beijou, sua boca a persuadindo a abaixar suas costas agora.
Ela agarrou seu cabelo, puxando eles para mais perto, a língua dela encontrando a sua, desafiando a ele a mostrar mais.
O calor encheu o ar, alimentando o odor dos corpos quentes em uma dança primitiva. O cheiro do banho recém tomado e o almiscarado feminino nublaram seus sentidos até que tudo que ele podia ouvir, ver, sentir, era Gabrielle.
O quarto estava escuro como a noite agora, com exceção de uma tira de luz que passava pela porta do banheiro quase fechada. A preocupação dele tinha passado sobre ela ver a tatuagem de Anguis. Duvidou que ela até soubesse sobre isto.
Ele podia agora enfocar no prazer dela.
Suas mãos vagadas acima dela, vendo cada curva e forma suave como um escultor cego. Ele passou seus dedos entre as coxas dela e suavemente a tocou até que ela se apertou e estremeceu.
Oh, sim, ela seria como nenhuma outra.
Ele separou com seus dedos as dobras frágeis, tão doces e delicadas.
Sua respiração engatou e ela alçou voo. Não ainda.
Gabrielle tentou recuperar seu fôlego. Ela queria se beliscar para ter certeza que isto era real. Este homem magnífico e sensual a queria. Ela segurou Carlos bem perto, se deliciando em sentir o abraço dele. Ele a beijou como se ela fosse a única mulher na Terra.
Que ele fizesse isso a desafiou para tomar tudo o que ele oferecia. Ela cresceu acreditando que ela casaria com seu Príncipe Encantado, mas trocou anéis com uma serpente. Seus sonhos tinham sidos roubados junto com sua esperança de uma vida normal.
Ela vivia pelas regras de outros desde que ela podia recordar. Até seu enlodado ex-marido a forçou a viver escondida. Ela não merecia a chance de ser íntima com um homem que realmente a queria? Talvez até gostasse dela?
Carlos tinha a convencido que ele queimava por ela.
Ele a chamou de excepcional. Atraente.
Ela. Nua.
Gabrielle empurrou suas mãos para baixo, se levantando sobre ele. Ela desabotoou a camisa dele tirou o pano dos braços dele.
Ele se ergueu em seus cotovelos, então deixou cair a camisa antes de ele circular os braços dele ao redor das costas dela e a puxou para ele amorosamente. Ela engoliu o nó que estava em sua garganta. Ele emoldurou seu rosto com suas mãos, parou, então beijou suas bochechas ternamente, suas pálpebras e apenas roçou seus os lábios dela.
Ele estava a tratando como se ele estimasse a ela.
Ela derreteria por toda parte ele fizesse isto novamente.
Ela voltou a ficar sobre seus joelhos, ela alcançou mais embaixo e trabalhou na calça jeans dele passando-a pelos seus quadris e o livrando. Ela as soltou de lado.
Um som masculino cru com necessidade escapou.
Ela nunca se sentiu tão querida, tão confiante.
Em um de seus movimentos líquidos, ele estava em cima em seus joelhos, enfrentando a ela. Ele a puxou adiante, sempre mantendo a ela perto. Ela o apertou; a sensação da pele aveludada da dura ereção dele era pura decadência sensual. Prendendo a ele ligeiramente, ela moveu seus dedos até seu dedo polegar roçar acima da ponta úmida.
A rajada de palavras em espanhol que ele murmurou teria queimado as orelhas de seu instrutor de idioma. Ela corou até suas raízes por causa do significado erótico.
Gabrielle tentou sufocar sua risada de prazer, mas não podia esconder sua alegria em sua lisonja em sua língua materna.
—Dios mío, você é uma diaba que veio para me matar.— Carlos deu uma respiração profunda e a abaixou na cama, a cobrindo com seu corpo largo.
Ela passou suas mãos através dos músculos definidos e em forma.
As pontas de seus dedos roçaram acima de uma cicatriz em seu peito, apenas acima de seu coração. Ela substituiu seus dedos com seus lábios.
Ele ficou imóvel.
A cicatriz era feia? Por que ela a tocar o fez desconfortável? Uma cicatriz não importava para ela.
Ela moveu seus lábios junto a seu pescoço e bochecha, achando a boca dele e se perdendo no beijo abrasador.
A noite negra os cercava, exaltando seus sentidos e abaixando as paredes de sua restrição com um homem. Mas ela tinha tão pouca experiência — se o sexo comum com Roberto contasse — ela se sentiu insegura de como continuar.
Então quando Carlos perguntou a ela em uma voz cascuda, —O que você quer que eu faça?— Ela se apavorou para dar uma resposta e disse, —Surpreenda-me.
Ele riu. Um baixo, rebitado som masculino que continha uma advertência. —Eu não estou certo que você quer dar essa sugestão para um homem como eu, princesa.

PRINCESA?
Gabrielle nunca gostou de ser tratado como realeza, mas princesa nos lábios de Carlos soou tão íntimo.
Uma carícia.
Ela pegou sua advertência sobre —um homem como eu.— Um homem que ela não podia ter colocado os olhos, mas ela estava além de se importar.
Ela queria este homem. Hoje à noite era sua para reivindicá-lo. —O que necessitará para conseguir você bem no fundo de mim?
Ele ficou imóvel, silêncio novamente, e tenso ao redor deles.
Ela disse a coisa errada? Ela odiava ser tão inexperiente, entretanto os dedos dele se curvaram ao redor de seu peito, erguendo o mamilo para sua boca. Ele sugou e todos os seus pensamentos cessaram.
A explosão de calor que passou através de sua pele umedeceu entre suas pernas.
Ela poderia morrer se ele parasse. Um gemido baixo de desejo vazou bem do fundo de seu peito. Ela segurou nos ombros dele, agarrando a ele e sua sanidade com um mesmo aperto feroz.
Seus dedos acariciaram seu outro peito, então seus lábios estavam lá, sua língua torturando seu mamilo. Ela se contorceu, precisando mais, muito mais.
Os dedos ágeis deixaram um peito e desenhou círculos em seu abdômen, mais baixo, provocando suas dobras. Ela afastou seus joelhos e ele bateu um dedo em cima de sua coxa, dentro dela, tirando e colocando novamente.
Mon Dieu! Ela estremeceu e gritou, girando em direção a uma chama que ameaçava queimar a ela até seu centro.
Então de uma vez ele tocou naquele ponto onde tudo em seu corpo estava agora conectado. Ele provocou para cima abaixo com um controle torturante, então lentamente e agonizantemente ela estava perto de perder. Então o movimento mudou de fricção de um circular.
—Por favor, por favor…— Ela não podia terminar o pensamento. Pela primeira vez que em sua vida, sua mente não era de nenhuma ajuda.
Ele sussurrou palavras doces em espanhol, assegurando a ela que ela era bonita e desejada. O quarto se encheu com sua voz rouca, que mexia algo bem no fundo dela. Algo completamente feminino que ela nunca sentira completamente antes. Seu cheiro masculino, quente e úmido por causa do suor que brilha contra pele dele onde seu corpo encontrou o dela.
Os dedos dele enlouqueciam a ela com calor molhado.
Ela arqueou, amarrada apertadamente com uma necessidade tão exigente ela esperou se rasgar da cabeça até o dedão do pé.
Ele se moveu para o lado dela, uma perna enganchada ao redor da sua, espalhando suas pernas separadamente. Sua boca achou a sua, beijando quente e duro. Quando a língua dele empurrou entre seus lábios e se enrolou com a dela, ele apertou seu dedo bem no fundo dela, então retirou, então repetiu o movimento, imitando o movimento de sua língua.
Ela agarrou o ombro dele, agarrando por sua vida, tão perto de perder a mente dela que ela não percebeu que ele deixou de beijá-la até que a boca dele substituiu seus dedos.
A língua que tinha se enrolado com sua, agora roçava de um lado para outro em seu lugar mais sensível. O coração dela correu. Um frenesi de nervos lutava pela liberação. Ela se arqueou.
Seu corpo se apertou, então quebrou, livre da tensão.
Estrelas brilharam através de sua visão.
A língua dele a apertou para mais.
Incapaz de recusá-lo, ela gritou de novo e de novo até que seus músculos desistiram de se contrair.
Exausta além de seus pensamentos mais selvagem, ela só podia ficar deitada lá, seu peito se movendo com cada respiração longa e exausta.
Então ele estava a abraçando, segurando a ela perto dele do modo que ela sempre sonhou que o homem que ela amaria faria. Carlos sussurrou em sua orelha o quão especial ela era, o quão quente ela o deixava, quanto ele a queria.
Mas ele nunca pressionou por mais enquanto ele a segurava enquanto ela encontrava seu caminho de volta para seu corpo novamente. As grandes mãos dele se embrulharam contra seu peito morno. Os lábios gentis dele tocaram sua testa, sua bochecha, e roçou seus lábios.
Ela esfregou seus quadris contra ele como a mulher libertina que ela era no momento.
Ele respondeu alcançando uma mão entre suas pernas por detrás para a provocar, então mergulhou dois dedos do lado de dentro.
Como ela podia querer mais depois disto?
Ela não sabia, mas estava aí.
Ele a deitou no colchão. —Não se mova.
—Como se eu pudesse.
Sua risada profunda ressoou a distância toda para o banheiro logo antes da luz relampejar quando ele abriu e fechou a porta. Sua boca foi completamente seca com a visão do traseiro dele magnífico naquele momento.
Ele procurava por algo, então desligou a luz no caminho de volta.
O que ele estava procurando…
Proteção?
—Você tinha um preservativo com você?— Ela se alegrou e ficou suspeita ao mesmo tempo. Ele realmente contava com isto?
—Eu sempre levo alguns,— ele admitiu, respondendo sua pergunta não dita.
Ela ouviu a vacilação em sua voz, como se ele pensasse que ele a insultou. Não mesmo.
—Eu teria estado penosamente desapontada se você não tivesse.— Ela procurou cegamente até que seus dedos encontraram sua ereção embainhada.
O grunhido que se seguiu teve uma extremidade, advertindo ela que ele não se conteria muito mais tempo.
Ela não queria isso dele.
Ela estava mais que pronta para ele.
Ele a beijou, movendo seus lábios para sua orelha e sussurrando, —Excepcional está muito suave para você. Eu terei que procura por uma palavra melhor.
Ela fechou seus olhos firmemente, não querendo que uma lágrima se soltasse. Este homem podia tocar um lugar dentro dela que ela protegia dos outros por muito tempo. Nenhum homem já conseguiu ser tão íntimo dela, nem mesmo Roberto. Ela tinha sido muito jovem para saber a diferença entre amor e luxúria da última vez.
Ela sabia a diferença esta vez.
Quando Carlos se moveu entre suas pernas e beijou dentro de suas coxas, todo pensamento fugiu.
Ela ofegou, agarrou um punhado do edredom de pelúcia. Os músculos dentro de suas pernas estavam tensos, prontos a estalar. Sua boca se moveu, beijando um caminho para seu umbigo.
Ele se debruçou acima dela e a beijou docemente a princípio, então com calor. A ponta de sua ereção a picou, pulsando contra sua abertura lisa. Ele esperou, então empurrou um pouco mais duro.
O calor passou por ela quando ele apertou mais fundo. Ela trancou suas pernas ao redor dele. Ele mergulhou a distância toda do lado de dentro, a enchendo, então puxou de volta.
Com cada golpe que ele deslizava fundo dentro dela, os dedos dele faziam magia, levando a ela para aquela borda onde ela queria saltar para o esquecimento novamente. Ela o encontrou golpe por golpe, determinada que ele alcançasse o mesmo avião descuidado onde ele estava mandando a ela.
Ele moveu seus braços para sustentar o corpo dele acima dela. Ela acariciou seus bíceps que dobraram duros embaixo de seus dedos, sua respiração severa.
—Eu preciso tanto de você,— ela disse roucamente e com a respiração ofegante, então ele moveu uma mão entre eles e passou o dedo naquele lugar, tomando sua respiração.
Seu mundo quebrou em mil pedaços. Ela gritou seu nome até que ela não podia mais.
Com ambos os braços o sustentando, Carlos ergueu para longe, então empurrou mais fundo, golpeando novamente, com golpes poderosos. Ele rosnou com sua liberação, bombeando implacavelmente enquanto ele atingia o clímax. Nada nunca seria tão incrível quanto fazer amor com ele.
Carlos estremeceu, finalmente desmoronando e rodando para o lado, levando ela com ele assim eles ficaram juntos. "  

Nauti Boys - Zeke : ( Meninas esse livro é hot...hot..hot.hot...é muito quente...preparem o ventilador..e uma calcinha de reserva porque vai pegar fogo !!!!.)
" Deixou que ela sugasse sua língua ligeiramente antes de recuar. Queria ver seus lábios envoltos ao redor de seu membro dessa maneira. Queria ouvi-la gemer ao redor de seu pau grosso e duro quando disparasse sua liberação na garganta.
—É perigosa.
Recuou, mordiscando seus lábios como aviso quando ela tentou continuar com o beijo.
—Estou perdida. —suspirou, arrastou os dedos por seu pescoço, as unhas arranhavam a carne—Beije-me outra vez, Zeke. Uma vez mais.
Levantou as pálpebras, mostrando o brilho de seus escuros olhos violetas. Os lábios estavam inchados, as bochechas ruborizadas enquanto os seios subiam e desciam com dificuldade.
—Tire a camiseta—a soltou e recuou o bastante para permitir mover-se—Deixe-me vê-la.
Seu rosto se ruborizou mais profundamente, a cor o tentava enquanto subia pelo pescoço e sob a gola da camiseta.
Ela passou a língua pelos lábios. Moveu as mãos para a cintura baixa de seu jeans. O botão metálico saltou livre.
A mão de Zeke a agarrou, seu olhar estreitando-se.
—Só a camiseta, Rogue. Nada mais. Tire isso.
Ela estremeceu, seus olhos escureceram com cautela e excitação enquanto puxava o tecido e a tirava pela cabeça.
Zeke sentiu a mandíbula tensa e tentou fazer retroceder os aspectos mais escuros do homem que deslizavam livres.
—A trança —disse— Afrouxe-a.
—É um mandão.
Sua pequena boca estava cheia de desafio apesar que suas mãos se levantaram para soltar o cabelo.
Olhou seus seios sob a escassa renda branca do sutiã. O tecido apenas cobria as duras pontas de seus mamilos. Essas pontas rosa de algodão açucarado o fizeram apertar os dentes pela necessidade de prová-las.
—Bem —cantarolou quando o cabelo caiu ao redor de seus ombros e pelas costas.
As mãos levantaram as mechas sedosas, embora manteve o olhar em seus seios.
—Agora tire o sutiã.
—Tire sua camisa primeiro —sussurrou ela—Se o deseja, Zeke, pode dar também.
E afastar as mãos de seu cabelo? Isso não ia acontecer. Entrelaçou os dedos nas mechas sedosas, baixou a cabeça e tomou seus lábios outra vez. Tomou com o beijo. Reclamou-a. Inclinou os lábios sobre os dela, a língua trabalhando em sua boca até que ela estava gemendo e se esforçando para se aproximar mais, seus malvados dedinhos nos botões de sua camisa, lutando por desabotoá-los.
Era fogo em seus braços e ele sabia. Controlar a sexualidade de Rogue nunca seria fácil. Demônios, ele nunca a controlaria; não queria controlá-la. Queria embelezá-la. Queria que ardesse fora de controle enquanto permitia que as chamas se retorcessem ao redor dele.
Um segundo depois, sentiu que os botões saltavam enquanto o tecido de sua camisa se abria, revelando seu peito.
Atirou a cabeça para trás, ignorou sua necessidade de mais e a olhou fixamente.
—O sutiã. —exigiu.
Queria chupar essas pontas pequenas, duras e doces com a boca outra vez. Queria saboreá-la, senti-la estremecer em seus braços.
As mãos de Rogue tremiam, os dedos atrapalhados enquanto afrouxava o fechamento entre os seios e soltava o sutiã.
Demônios sim. Isto era o que ele desejava.
—Que bonitos.
Afastou uma mão do cabelo para afagar com a mão em concha um montículo duro e inchado e o acariciou.
—Zeke?
Ela sussurrou seu nome, sua voz nervosa, insegura.
E inocente. A inocência era como atirar gás no fogo. Maldita fosse. Maldita sua própria depravação porque ele não desejava nada mais que converter essa sombra de inocência em conhecimento sexual.
—Está bem? —deixou que o polegar esfregasse a ponta sensível—Deveria parar, querida?
Ela sacudiu a cabeça, as pálpebras caíram quando ele baixou a cabeça.
—Sabe o que vou fazer, verdade Rogue?
Quanto inocente ela era? Essa pergunta o atormentava. Estava sua experiência limitada ao acontecimento que produziu essas fotos ou tinha tido mais que alguns amantes?
Não muito mais, decidiu quando os lábios acariciaram a curva do seio e ela tremeu sob a carícia.
—Me deixa louca. —acusou ela, sua voz espessa.
Quase riu entre dentes, porque isso era exatamente o que pensava fazer.
Baixou a cabeça enquanto mantinha o olhar centrado no dela, os lábios separados. Olhou-a no rosto, uma louca luxúria se elevou em seu interior quando os lábios se fecharam sobre seu pico apertado e duro.
Rogue gritou. O som não permaneceu dentro, a necessidade não diminuía. Quando os lábios se fecharam sobre a carne ultra sensível do mamilo ela sentiu a eletricidade crepitar da ponta apertada ao broto inchado de seus clitóris.
Baixou o olhar para ele, maravilhada, olhando a maneira que suas grossas e escuras pestanas caíam contra suas bochechas. A maneira que suas bochechas se cavavam e seus lábios a sugavam. As sensações eram incríveis. A eletricidade e o calor crepitaram por ela, incendiando as células e as terminações nervosas, convertendo-a em uma massa tremente de sensações.
—Zeke.
Ela choramingou seu nome, não pôde evitar. Era incrível. Era um prazer que esvaziava sua mente de todo pensamento racional e a fazia estremecer em reação.
Estava na beira do clímax. Podia sentir as sensações golpeando ao redor do clitóris, empurrando-a mais perto. Tinha uma mão em seu cabelo, puxando as pesadas mechas. A outra estava envolta ao redor de seu seio, os dedos o acariciavam, roçavam. Apertando.
Os estremecimentos a atravessaram. Precisava de mais. Muito mais. Estava tão perto, só um pouquinho mais, só um pouquinho mais. Então os dentes de Zeke agarraram a ponta dura e exerceram suficiente pressão para pô-la nas pontas dos pés e enviar pequenos tremores que quase a liberaram rasgando seu corpo.
Eram raios de excitação envolvendo-se ao redor de seus clitóris. Era calor. Era um comichão vibrante e estremecedor sob a carne que a fez arquear-se, pressionar seu sexo contra a coxa de Zeke, retorcendo e explodindo em puro prazer candente.
—Isso foi muito, muito mau, Rogue —grunhiu ele— Não estava preparado para que gozasse ainda.
—Oh Deus… —ofegou— Não fui tão má, não?
Os lábios de Rogue se curvaram com satisfeito prazer. Não ia terminar de jeito nenhum, mas vibrava definitivamente pelo prazer que dava voltas em espiral através dela. Estava débil, quase relaxada e esperando mais.
—Minha vez —grunhiu ele e a excitação crepitou pelas veias de Rogue quando a empurrou, girou e inclinou contra a parede.
Rogue se lambeu, então passou os dentes pela curva inferior de seu lábio quando tirou as mãos e as levou para seu cinturão. Zeke estreitou o olhar, observando, comprovando. Algo a advertia que se percebesse que ela nunca tinha feito isto antes, então poderia lhe beijar com um adeus agora mesmo.
Ela não ia dizer nenhuma maldita coisa.
O botão metálico soltou, o zíper raspou para baixo. Um segundo depois ela engolia com dificuldade quando o comprimento escuro de sua ereção saltou livre.
Acariciou o membro com a mão, olhando Rogue tentadoramente.
Bem. Ela tinha lido a respeito disto. Tinha visto em alguns filmes que tinha alugado. Tinha sonhado fazer. Doía para saboreá-lo.
Colocou os lábios contra o peito e o sentiu esticar-se. Uma mão voltou para seu cabelo, os dedos se fecharam em punhos enquanto ele a apertava mais perto, mais abaixo.
Estava quente e masculino, selvagem. Os pelos curtos do peito faziam cócegas no nariz, mas o sabor da pele valia. Sentiu-o esticar-se, sentiu o poder que se encrespava por ela enquanto o gemido de Zeke ressoava ao redor.
Ele desfrutava de seu toque.
Abriu as mãos no abdômen, deslizou-as abaixo lentamente enquanto se movia mais abaixo, mais abaixo. O coração pulsava desenfreado em seu peito, temor e desejo, excitação e incerteza a atravessavam.
Queria que ele desfrutasse de seu toque. Estava aterrorizada de que adivinhasse sua inexperiência.
Lembra dos filmes, pensou. Essas mulheres sabiam o que faziam. Pensa, Rogue. Pensa.
Os lábios deslizaram sobre o abdômen quando se agarrou às coxas. Ele respirava com dificuldade, seus abdominais se flexionavam e suas coxas se apertaram.
Acariciando-se, ele afastou a mão da ereção e ela se permitiu curvar os dedos ao redor e gemeu ante a sensação de ferro quente coberto de seda. O sangue pulsava no pesado membro enquanto uma gota de umidade se reunia na pequena abertura da ponta.
Ela ofegava, hipnotizada. Ajoelhando-se diante dele, segurou o duro comprimento do membro na mão; ela se sentia viva, vigorizada.
Apareceu a língua entre os lábios, lambeu a gota cremosa, e seus cílios revoaram sobre seus olhos com o sabor salgado masculino misturado com o som sensual de uma maldição masculina de prazer.
Bom, estava fazendo bem.
Lambeu e as mãos de Zeke se apertaram em seu cabelo. Ela abriu os lábios e atraiu a dura coroa entre eles, chupou-o com sua boca e sentiu que a outra mão deslizava pelo cabelo, para mantê-la no lugar.
—Maldição, Rogue.
O som de sua voz foi uma faísca de prazer em seu clitóris e no interior de seu dolorido sexo.
—Oh Deus. Isso é bom. Tão fodidamente bom.
Ela era tão fodidamente boa.
Chupou mais profundo, enrolou a língua por baixo da sensível ponta imitando o que tinha lido, e foi recompensada por uma selvagem flexão do membro que ainda segurava.
Oh Deus. Isto era tão bom. Ele estava aqui, o estava tocando, chupando e ele desfrutava. Os quadris se moviam enquanto chupava, fodendo sua boca com movimentos suaves e controlados.
Rogue agora tremia com antecipação. Zeke estava recostado contra a parede, as coxas tensas, o abdômen flexionado, o membro pulsando entre os lábios de Rogue enquanto ela acariciava e lambia, chupava e gemia ao redor da carne que empurrava rapidamente.
Acariciou o membro com ambas as mãos agora, precisando. Queria saboreá-lo, queria senti-lo derramar-se em sua boca, queria uma parte dele que nunca tinha conhecido de qualquer outro homem.
—Maldição. Sim. —gemeu ele quando ela levantou as pálpebras, o olhar centrado no dele.
E era sexy. A estava deixando louca. Podia sentir como se umedecia, saturando suas calcinhas com seus sucos enquanto segurava a cabeça com mais força.
—Rogue, meu bem. Vou gozar. Merda —fez uma careta, sua expressão torturada enquanto a respiração ficava mais áspera— Recua.
Puxou o cabelo quando o desafio cintilou por ela. Ela não ia recuar. Isto era dela. Tinha esperado, fantasiado. Tinha estudado, dolorida. Não ia lhe roubar isto.
—Querida. Maldita seja. Vou gozar, Rogue. Direto por sua condenada garganta se não recuar.
Ela não ia recuar. A língua trabalhou sob o membro que empurrava, a boca sugava, atraindo mais profundamente entre os lábios.
—Merda.
Ela sentiu como o membro se flexionava. Imobilizou-se, perigosamente tenso antes que um gemido baixo precedesse o primeiro jorro de sêmen da pesada ponta de seu membro enquanto afundava quase até a garganta.
Oh Deus. Sentiu-se sacudir, tremer. Estava gozando. Podia sentir. Apertou as coxas enquanto o clitóris vibrava e pulsava e uma chicotada de calor ardia por seu corpo quando a manteve onde estava, grunhindo seu nome, e derramando mais da quente e sedosa liberação em sua boca.
—Oh merda —ofegou— Rogue. Filha da puta, sua boca.
Seu gemido foi seguido por um golpe. O golpe de uma porta, um momento de tensão. "

                                             hot1 onion head  hot2 onion head
Gente tive que colocar dois emoticons calorentos para esses trechos. Uiiiiaaaa...que pegou fogo aqui..
Meninas o ventilador num ta adiantando não...acho que só apaga o fogo entrar na banheira cheia de gelo hahhahahaha...



Meninas é isso aí...espero que vocês tenham gostado. Até o próximo post hot..
Estou pensando me aprofundar nas saias dos escoceses....ihihihihihihihi

Bjuuuuuus






4 comentários:

  1. :-o
    Morga.... manda o Zeke trazer o balde com água gelada aqui!!!!
    Gente to passando mal... aff que calor que faz aqui!!!! to incinerando!!!

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  2. Zekeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee!!!!
    to te esperando meu xerifão!!!! cade vc?
    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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  3. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk.....a Lexiii...surtou...fritou os miolos..kkkkkkkkk
    Zeke é tudo de bão amiga....uiiiiiiii
    muitas calcinha pra ele....hot..hot
    E viu a Rogue fez ele de canudinho....sugou tudo..kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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  4. Jã não sei mais O.M.G, que tanto homem gostoso fico em dúvida queria todos pra mim, meu favorito dos Nautis era o Dawg até agora pelo menos, rsrsrsrsrsr agora não sei de mais nada. A suadeira, arrepios, suspiros.Gente estou meio desfalecida aqui.

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