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terça-feira, 15 de novembro de 2011

Ele é tão Mau....Mas eu adoro !!!!

Aiiiiiiiii meninas eu to sorrindo aqui toda boba. Hoje o post do marvado tem alguém muito especial pra mim. Quem mandou foi a Lexi e amiga desde agora, já digo que adorei...
Vamos conferir !!!!




Ele é tão mau... Mas eu adoro!!!!

Meninas, meninas....
Eu vivo passando por aqui não é? Mas como resistir? Eu adoro um bom delírio... sou um ser divagante e delirante, kkkkk. E delirar com os romances, então... tem  coisa melhor? Não. Não tem.
Quem me conhece do Orkut já sabe. Sou um ser assanhadinho e doidivanas. E adoro um marvadão. E dessa vez fiz uma escala das Arábias diretamente para o calor sensual do Texas!!!!
Então eis que estava teclando com a Morga, e praticamente ameacei a muié.boxer rosa do mouse

 Motivo? Quero um Selo Molhador de Calcinha para o Jack Donovan, o mocinho do Conto de autoria da Morga.
A razão? Gente,  o bofe é deleitosíssimo!!!
Adoro ele!!! Um homem do contra(adoro!!) ... completamente saliente.... ultramegapowerhot... bem–dotado ...  ai ai....serenata cabeça de cebola
Então, a Morga falou: coloca ele nos marvados e eu bati na testa e pensei: nooooooossa.... como não pensei nisto antes?
Então meninas como vocês o marvadão  mais marvado do Texas....

Jack Donovan.



Perfil: “Era uma pecado ambulante de um metro e oitenta de músculos, barriga tanquinho, olhos verdes, cabelos lisos castanhos e uma boca... Vestia-se com um jeans e uma camiseta preta deixando a mostra   uma tatuagem de um dragão no braço direito.”

 nem preciso dizer que vivo babando por ele não é? 
E cowboy.
Ain eu adoooooooooooooooooooooooro cowboy.
Me seguuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuura Jackan!!!!
Explicando, o ditucujo belíssimo que empresta sua formosura visual ao Jack é o Tarkan.
Então,  a Deni, a Morga e eu chamamos o Jack de Jackan(uma mistura de Jack com Tarkan)
Homem do contra... bem-dotado...

“...o peito forte sem pelos, o abdomen definido, uma trilha de pelos escuros descia do umbigo até o meio das pernas onde se encontrava sua grande e grossa ereção.”

em garrafa de leite de amorem garrafa de leite de amorem garrafa de leite de amor



com senso de humor...carinhoso...

"_ Acho que não....sabe que estou gostando. _ Cheirou seus cabelos, enquanto a mão se afundava nas belas madeixas. _ Você é especial, gatinha. Muito especial."

Ai que marvado!!! Adoooooooooooooooooooro quando ele fala "gatinha".
Jaaaaaaaaaaaaaaaack quero ser sua gatinha tbm. Vem me joga na parede, me chama de lagartixa...

 possessivo...

"Me sinto um idiota, não consegui nem defender minha mulher."
"_ Que por um bom tempo, vou grudar em você feito carrapato. Você é minha gatinha...."

Maldades gostosas:
Gente tudo, absolutamente tuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuudo que o Jack faz é gostoso.
Que mãos, que boca... que língua... que dedos... até o pé... vortex gato-de-rosa
No carro... na cama... em qualquer lugar....
O bofe é praticamente ”OCONCUR” do erotismo e sensualidade...
surpreendido gato-de-rosa



Trechos Maus e Deleitosos:
Assim que as sobremesas foram servidas, Jack a fitou com um olhar felino enquanto uma de suas mãos por debaixo da toalha da mesa pousava e começava a alisar sua pele da coxa que o vestido não cobria. Prendendo a respiração Trish, sentia a mão subir cada vez mais, adentrando por debaixo de seu vestido.
_ Adoro a parte da sobremesa. Gosto de saborear bem devagar. _ a voz era um veludo quando a mão tocou sua calcinha.
_ Jack pare com isso ! _ Trish sussurrou tentando tira-lhe a mão, mas ele não deixou.
_ Relaxa, T, ninguém está vendo. Apenas saboreie sua sobremesa.
Relaxar ?
Como podia relaxar sentindo os dedos dele afastarem sua calcinha e tocaram sua intimidade molhada. Trish fechou os olhos e enfiou uma colherada da sobremesa na boca abafando um gemido.
_ Boa noite senhor Donovan, senhorita.
_ Boa noite chefe Julius. 
Os olhos de Trish abriu-se de repente arregalados e fitou assombrada o homem de pé na frente da mesa deles. Se remexeu na cadeira tentando afastar as mão de Jack, mas ele não parava e a cada movimento sua a situação piorava...os dedos se aprofundavam mais nela e deixando louca. Trish lançou um olhar suplicante a Jack, que apenas sorriu de volta...com a cara mais inocente do mundo. O dedo encontrou seu ponto e acariciou fazendo movimentos circulares...
Oh Deus...ela ia gemer alto !
Antes que acontece mas uma vez pegou mais uma colherada da sobremesa e enfiou na boca.
_ Huuuuuuum.
_ Está gostando da sobremesa, senhorita ? _ chefe Julius perguntou sorridente.
Trish tentou sorrir, mas quando um dedo se enfiou até o fundo dentro dela e o polegar continuou a esfregar seu ponto latejante, agarrando a toalha da mesa ,um gemido extasiado saiu de seus lábios.
_ Oh Deus ! Está uma...deliciaaaaaaaaaa...
_ Ah que bom que está gostando. _ o homem falou todo orgulhoso.
Furiosa e ao mesmo tempo excitada Trish olhou suplicante para Jack...Na verdade ela não sabia se queria que ele parasse ou termina-se logo aquela tortura. O torturador apenas teve a cara de pau de piscar um olho pra ela enquanto intensificava os movimentos entre suas pernas...a unica alteração que via no rosto lindo era os olhos verdes brilhantes e um veia que pulsava acelerada no pescoço forte.
Maldito estava a ponto de ter um orgasmo ali na frente de todos e ele conseguia manter o controle enquanto ela estava a ponto de mandar tudo para o inferno e montar em cima de Jack e sentir seu membro enche-la por completo.
_ Bom agora vou deixa-los...._ o homem sorriu novamente sem notar nada o que se passava. _ Senhor Donovan, Senhorita ...fiquem avontade e qualquer coisa é só chamar.
_ Obrigado Julius, está tudo ótimo.
Quase ! Sentia o orgasmo vindo...ooooooooooh.
O homem saiu no momento que Trish não aguentou mais já estava no limite...sentiu o corpo estremecer e quando seus lábios abriu para deixar o grito de prazer...Jack foi mais rápido e puxando-a para si e a beijou abafando o seu grito... A sensação era sublime, foi ao céu e voltou, e nem assim Jack deixou-a em paz ...os dedos continuavam se movimentando...e mais uma vez ela chegou ao clímax...

crazy monkey 121
Morgaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa ... quero um jantar íntimo com o Jack!!!! Quero um aprouch com ele, sabe?!!!
Gente!!!!! To pasma!!!!! Que Jack é esse? Aff que calor!!! É  causa um verdadeiro inferno na tela do meu computador!!! Calor... muito calor.....  
Muitos tremores e devaneios salientes!!!!
Selo Molhador de Calcinhas pra o Jack!!!!!!!!




Ain...Ploft !!!! 
 Morri !!!! Uiiiiiiiiiiiiiaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa !!!!!
Hahahahahhahahahahhahahahahahaaha.....Eu ameiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii.....
Ai... Lexi eu sou suspeita para falar....logo eu que criei o Jack e sou a fã numero 1 do gato.
Mas o caso eu me despiroco junto de ti amiga e vamos surtar junto pelo o homi...
crazy monkey 143 
E a pedidos da minha amiga Lexi , meu e de todas as meninas que deliram pelo o nosso cowboy marvado e mega hot. Jack amore mio você merece o selo :


Hahahahahah...bjuuuuuuuuuuuuuuus

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Ele é tão Mau....Mas eu adoro !!!!

Uiiiiiiiii...voltei e voltei montada no camelo e adivinhem que veio comigo a Lexi...hahhahahahah. E num é que a muié veio trazendo no camelo um acompanhante...um bofe lá das Arábias..uiiiiiiiiiiii...
Vamos conferir !!!!


Meninas voltei!!!!

Hahahahahahaá.
Confessem. Eu sei que voces estavam sentindo falta deles.
Aqueles bofes hipermagamaximultipower marvadões  e deleitosos que nos deixam com os zoinhos brilhantes e arregalados de ansiedade e extase, provocando tremores e espasmos suarentos e caloríficos.... kkkk
Nossa... filosofei... divaguei... enfim.
Pegando carona no prato exótico e mega deleitoso da semana (Leia-se : Shariff Cru) trouxe um marvadão das Arábias para voces. 
Mas vamos   ao bofe causador de todo o alvoroço apimentado da pessoinha que vos tecla, kkkkkk.

Nome: Neyah Faraj ( Pausa no post: até o nome do marvado me causa devaneios. Eu leio Neyah Faraj e enxergo Neyah Fará, kkk. Fará tuuuuuuuuuuuuso. E como ele faz, kkkkkkk)


Perfil: gente fiquei tão empolgada que nem sei por onde começar, mas vamos lá. Levantei a ficha do bofe, digo, marvado.
Profissão: Princípe herdeiro do trono de Nakabir
Olhos verde-acinzentados, moreno, mto sensual, perfume desconhecido, mas que evoca imagens de magia, mistério e romance. um homem devotado á família, moreno( da cor do pecado, ui). Dono de um magnetismo poderosíssimo, másculo e quando se veste com aqueles trajes típicos, então.... é a perdição!!!!

Maldades Gostosas: Ah minha meninas ele é mau, mau, mto mau. Sua arma secreta é a língua saliente mais pecaminosa e letal das Arábias. 
Eita bagaçeira!!!!

Trechos Maus e Deleitosos:

Trecho 1:
" __ Em meu país você poderia ser mandada para a forca por isso. ( ela ameaça chutar as jóias reais do marvadão se não estivesse com o tornozelo torcido)
__ Que bom que não estamos lá.
__ Também acho. Um pescoço tão lindo deve ter apenas marcas de beijos.
Sem dar tempo a Sarah para alguma reação, e sem soltar-lhe o pulso Neyah enfiou os dedos da outra mão entre os cabelos dela e puxou sua cabeça, com firmeza, mas sem machucá-la, e mordiscou-lhe o lóbulo da orelha.
Sarah não conteve um leve gemido, e suas pernas amoleceram
__ Vê? É assim que costumo tratar meninas malcriadas. Quando menos esperar, você dirá tudo o que quero saber e mais  um pouco."

OO
OMG!!!!!! 
Neyah, eu também sou mto, mto malcriada. Me castiga tbm!!!!!


Trecho 2: Meninas preparem-se para a ferversão total!!!!!

"_ Você tem uma língua afiada.  Porém para dizer o que eu quero saber é escorregadia como uma serpente. Desse modo, não me dá outra opção.
Ele pos   a mão no bolso da túnica e tirou duas encharpes de seda.
__ Pretende me bater com isso até que  eu peça misericórdia?
__ Ah, você pedirá misericórdia, sim... Pode apostar.
Neyah se debruçou sobre ela, enlaçou-lhe a cintura e a beijou com uma paixão descontrolada.
Sarah se agarrou as costas dele, correspondendo ao beijo como se sua vida dependesse daquilo. Levou á mão a toalha, para tirá-la, mas Neyah a impediu. Sem parar de beija-la, amarrou uma encharpe em cada pulso e, antes que Sarah desse por si, viu-se amarrada de braços abertos, á cabeceira da cama.
Assustada, tentou se soltar, mas os nós era muito firmes.
__ Ei, Alteza... Eu sou menina, lembra? Meninos não podem ferir meninas
Neyah a beijou de novo, e Sarah ficou tonta. Em seguida, falou, bem perto do rosto dela.
__Sossegue, moça bonita. Nem me passou pela cabeça machucar você. Vou lhe ensinar uma forma de tortura que costumamos aplicar em Nakabir, que é muito útil para manter nossas esposas submissas.
__ Não se atreva a por as mãos em mim! Eu vou gritar!!
__Claro que vai. Tanto que você nem imagina.
Sem tocar a pele dela, ele abriu a toalha, expondo o corpo esplendido de Sarah. Suas pupilas cintilaram de volúpia.
__Quando não suportar mais, basta me dizer onde está minha irmã, e eu pararei. Prometo. __E cobriu os olhos dela com uma  venda negra.
O Coração de Sarah batia descontrolado. Aquele homem era um completo desconhecido. O fato de ser lindo demais poderia servir ao propósito de esconder seu lado sádico. Seria Neyah um maníaco da pior especie? 
Meu Deus me proteja! Juro que nunca mais roubo ninguém se...
Um suspiro profundíssimo escapou da garganta de Sarah, interrompendo sua prece silenciosa. Algo deslizara sobre seu mamilo com tanta suavidade, que ela chegou a crer que tinha sido mera impressão. Não fora uma brisa, mas era quase isso
Então, o mesmo se deu no outro mamilo, e ela gemeu. O toque era de uma delicadeza absurda, e tão excitante que a obrigou a apertar uma coxa na outra.
__O que está fazendo comigo Neyah?
Ele sorriu, deliciado, segurando uma pluma de avestruz, com a qual roçava milimetro por milimetro os pontos mais sensíveis de Sarah.
__Eu avisei que não brincasse comigo, Sarah Baker. Quando eu terminar, voce será completamente minha. E em mais de um sentido.
Sarah se contorcia, tentando evitar aquelas caricias que a excitavam tanto. Porém, não podia resistir. De olhos vendados, não conseguia saber de onde viria o próximo toque, nem onde seria. E quando menos esperava, Neyah lhe arrancava outro suspiro profundo.
O mais fantástico foi que ele fez despertar pontos erógenos que ela nem imaginava que existiam. Quem poderia dizer que bem abaixo da axila havia um lugar que, se tocado da maneira certa, poderia deixar uma mulher sem folego?
Sarah parou de se mover. Antes, queria se livrar daquilo. No entanto, suas barreiras caíram por terra, e ela resolveu aproveitar aquele momento incrível. Neyah que fizesse o que bem entendesse. Ela iria desfrutar cada segundo
Ainda não compreendera aonde ele pretendia chegar. Se ganhava um presente tão maravilhoso por não ter revelado o paradeiro de Maata, agora é que não iria mesmo faze-lo. Que mulher, em sã consciência, abriria mão de fazer sexo com um homem tão fora dos padrões? Neyah decerto passara anos e anos na cama com  garotas excepcionais, aprendendo tudo sobre sua anatomia e seus pontos sensíveis. Será que todos os rapazes em Nakabir sabiam fazer aquilo tudo? Poderia ganhar uma fortuna vendendo uma informação como essa.
Neyah viu o exato momento em que Sarah se rendeu. Ela se debatera bastante, mas enfim a paixão carnal vencera a batalha, como sempre.Ele prosseguiu com a doce tortura até  o momento exato. Então se afastou e ficou olhando para ela.
__Pronta para  me dizer o que quero saber?
__Nem pensar. Era só isso o que tinha a me oferecer?
Ora, que atrevida!!Neyah foi até a porta, abriu-a e puxou um carrinho que Nagib deixara preparado para ele.
__Nós ainda nem começamos, meu bem.
__ Pois ande logo. Essa sua amostra grátis só serviu pra me provocar cócegas.
Neyah ficou completamente nu. Sabia que em breve todos os sentidos de Sarah estariam apuradíssimos, e  quando ela sentisse seu aroma natural, após  ter atingido o mais alto estado de excitação, iria se descontrolar.
A audição de Sarah já estava bastante aguçada, devido ao fato de não poder enxergar. Umedeceu os lábios, achando que Neyah iria se deitar sobre ela, e aguardava  por isso com ansiedade.
A demora, porém, começou a incomodá-la. Seu baixo-ventre pulsava, exigindo satisfação.
Sarah gritou quando uma gota gelada respingou e escorreu por sua virilha, em contraste com a altíssima temperatura de sua epiderme.
Ela abriu as pernas, para provocar Neyah, e ele lhe dirigiu a pluma de avestruz para o centro se sua feminilidade, áquela altura bastante úmido.
Sarah achou que iria desmaiar. Arqueou os quadris, esperando ser penetrada, mas tudo o que sentia era o roçar, muito leve, de algo  que ainda não sabia o que era.
__Ainda tem coragem de dizer que só sente cócegas?
__Neyah... não aguento mais...
O príncipe subiu na cama, e Sarah teve certeza de que dessa  vez    ele ia tomá-la para si. Enganou-se de novo.
Neyah ficou bem próximo dela e começou a deslizar o pé em sua barriga, em movimentos circulares, pressionando de leve, e aliviando, alternadamente. Então, fez os artelhos subirem pela lateral do corpo, pele e unhas, até chegarem bem perto do seio e tornar a descer.
Sarah transpirava, enlouquecida de volúpia. Jamais imaginara  ser possível atingir tal grau de  exaltação erótica. Aquele homem era um mestre dos desejos.
de repente, ele parou e desceu do leito. Sarah se contorceu, oferecendo-se, querendo mais.
__Volte, Neyah...
O príncipe apanhou uma garrafa de champanhe e tirou a rolha.
__Aprendi algo muito interessante com uma das ex-concubinas do harém de meu pai: como usar a língua. Não dessa forma que todo o mundo sabe, um mero lamber e sugar. No treinamento, são utilizadas facas. No começo, com o corte quase cego, para não nos ferirmos quando deslizamos a língua pela lamina. Então, á medida que vamos ganhando destreza, a faca vai sendo substituída por outra, cada vez mais afiada. A última lamina é capaz de cortar  ao meio um fio de cabelo; se conseguirmos passar  a língua nela com tanta leveza a ponto de não nos machucarmos, pronto. Aprendemos a lição.
Neyah derramou duas gotas de champanhe no umbigo de Sarah, que estremeceu.
__Adivinhe que nota a concubina me deu.
A língua dele era quase mais leve que a  pluma de avestruz, passando sobre o líquido gelado e sorvendo-o muito devagar, ao mesmo tempo deixando escapar  seu hálito quente.
Sarah bradou o nome dele, desesperada. Como aquele homem podia ter tanto autocontrole, tendo diante de si uma mulher  a sua merce e mais do que pronta para recebe-lo dentro de si?
Ela sentiu o cheiro dele. Tinha certeza de que Neyah estava nu.Seu corpo todo pulsava agora, e não só o baixo-ventre. Temia enlouquecer se ele não a penetrasse.
Foi quando o calor da proximidade dele a deixou. Em  seguida, Sarah o escutou se vestindo.
__O que está fazendo?
Ele nada disse. Terminou de ajeitar as vestes, deixou o carrinho encostado na parede, jogou um cobertor sobre ela e saiu do quarto.
O gemido  que Sarah emitiu, dessa vez, foi da mais pura agonia."



Gente eu to passada!!!!! E mal passada!!
"__Adivinhe que nota a concubina me deu."
PLOFT!!!! MORRI!!!!
.............................................................................................. Ei, eu to passando mal aqui!!! Ninguém vai me socorrer?  Por favor liguem para 911 e me enviem um Dr. De preferencia daqueles totozões, tá. Pode ser o Manny Manello dos Adagas Negras, ou o Sawyer.
Nossa!!!!!! que marvadaço!!!!!!!!!!!!!!!!
Ai que calor desgramanto tá aqui. E olha que chove desde segunda-feira  sem parar. Nuss.
Bom meninas vou ficando por aqui no aguardo da chegada do Dr. Manello, que tenho certeza alguma de minhas afáveis amigas vão mandar pra mim.
Bjus e apreciem  sem um pingo de moderação, kkkkk 

 Genteeeeeeeen...uiiiiiiii...uiiiiiiiii...oia o caloooor !!!!!
Eitaaaaaaaa lasqueira que tbm to precisando do 911, Lexi amiga divide ai os medicos totozões..hahahahahahaha.
Amiga o bofe é uma delicia e loucura, loucura, loucura por isso ele vai ganhar o selo :


Hahahhahahahha...Bjuuuuuuuuuuus amores !!!!



quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Ele é tão Mau....Mas eu adoro !!!!

Uiaaaaaaaaaaaa.....mas mocinho marvadão, da nossa amiga Alexis !!!!!!! Quem será o gatão, marvado ?????...
Vamos conferir !!!!!

  


Eu voltei....
Meninas estava me deleitando em  minha leitura, quando esis que me deparei com o momento marvadeza total no mocinho do livro. E claro, pensei: Esse tem de ir pra o post dos marvadões.
Então aqui está ele, o marvadão, torturador de mocinhas excitadas e indefesas....
Apresento-vos  : Mitchell Wyatt


Perfil: 1,90m, ombros de largura extraordinária, peito musculoso e quadris estreitos, bronzeado, olhos azul-escuros, quase violetas, bem humorado, cabelos pretos...másculo da cabeça aos pés, e, segundo a Kate, absolutamente deslumbrante.

Maldades gostosas: E usa sua arma mortal para extrair informações da mocinha. com seus "dedos mágicos", não há quem resista a uma sessão de tortura á la Mitchell Wyatt.

Trechos Maus e Deliciosos:

"— Você nunca falou de sua mãe — disse, afinal. Erguendo as sobrancelhas, ela rebateu:
— Você também nunca falou da sua.
— Ela está viva? — insistiu Mitchell.
— Eu me recuso a responder, a não ser que você me fale primeiro da sua.
— Acho que você vai me contar de qualquer jeito.
— Não conseguiria arrancar isso de mim nem com um pé-de-cabra.
— Consigo arrancar de você com dois dedos — ele prometeu com absoluta certeza, deslizando a mão sob o lençol.
— Não se atreva... — advertiu Kate, fechando as pernas.
De repente, pareceu-lhe importante que ele não conseguisse guardar seus segredos enquanto a manipulava para divulgar os dela. Ele deslizou os dedos pelo triângulo entre as coxas da amante.
— Abra as pernas, Kate.
— Não.
Causavam-lhe espanto a lógica de Kate ser tão distorcida e sua tolice em resistir. Ela relaxou a tensão nas pernas e arquejou quando ele enfiou um dedo até o fundo e esfregou o polegar nos pêlos encaracolados acima; então, ela relaxou e deixou-o espalhar prazer e calor por todo o seu corpo.
— Quer me contar alguma coisa? — ele perguntou, intensificando a pressão e alterando os movimentos dos dedos.
— Anda não — sussurrou Kate, sem forças, pondo os braços em volta dos ombros dele e fechando os olhos.


Ele a levava tão perto do orgasmo que ela mal conseguia impedir-se de mexer-se com ele.
— Quer me contar alguma coisa agora?
Agarrava-se a ele, o coração disparado, e enterrava as unhas em suas costas.
— Não — ela arquejou, mas o corpo quase se sacudia de violência. Mitchell parou.
— E agora?
Kate pendia de um penhasco, desesperada, e ele sabia; pretendera privá-la do clímax no momento em que chegasse à beira dele e contê-lo até ela ceder. De algum modo ela pensara, enganada, que ele podia arrancar-lhe uma resposta dando-lhe prazer, embora ele pretendesse fazer isso privando-a de qualquer gozo.
O corpo pedia que ela cedesse; o coração não a deixava. Soltou-se dos ombros dele e desabou de volta nos travesseiros, encarando-o com os olhos magoados, calada e decepcionada.

Ele retribuiu-lhe o olhar, aqueles olhos azuis de pálpebras pesadas, a expressão ininteligível. De repente, colheu-a nos braços, buscou com os dedos os mesmos lugares que tocara e largara, e levou-a direto ao clímax que lhe negara antes.
Kate agarrou-se a ele, enquanto tremores a sacudiam toda; depois que passaram, deitou-se de costas nos travesseiros e ergueu a mão, deslizando-a pelo maxilar duro do amante e alisando-lhe os bastos cabelos pretos com carinho para trás.
— Minha mãe mora em Cleveland — sussurrou, concedendo-lhe a vitória, mas uma vitória ganha em seus termos, não nos dele.
Emoções desconhecidas tinham se avolumado no peito de Mitchell, desvelando-se e desdobrando-se. Ela fora feita para ele; os dois haviam sido feitos um para o outro. Mais tarde nesse dia ou no seguinte, porém, outro homem viria buscá-la; alguém que tinha mais direito a ela que ele...
Ele ouvia na mente o clangor das trombetas e os arautos gritando seu nome, intimando-o a comparecer ao Coliseu — um gladiador sem arma nem escudo, armado apenas com seus segredos e frágeis esperanças. As trombetas já estrondavam, e ele já se encaminhava a passos largos para seu destino, indefeso, mas destemido.
Kate apoiava a mão no rosto dele, acariciando-lhe o maxilar, ao mesmo tempo em que o chamava com aqueles olhos verdes. Sorrindo, Mitchell virou o rosto para dentro da mão, beijou-lhe a palma e sussurrou:
— Aquele que vai morrer te saúda "




   Genteeeeeeem....uiiiiiiiii....que homi é esse ?? Os zoinhos chegaram saltar das orbitas !!!!!  Quero  ser torturada assim também !!!!
Mitchell Wyatt.....amore com esses seus dedinhos eu conto até meus segredos mais obscuros....hahhahahahaha


Lexiiiiiiiiiii....eu amei...o marvadão de hoje !!!! Quando tiver mais...manda que nós baba mais...ihihihhihi..




Meninas mandem o seu mocinho malvado também...façam como a Lexi...vamos compartilhar as malvadezas deliciosas dos livrinhos...
O email :
                     morgan381@bo




                                          bjuuuuuuuuuuuuuuuuuuus

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Ele é tão Mau....Mas eu adoro !!!!

Obaaaaaaaaaaaaaaa !!!! Mais um mocinho marvado da Lexi....
Vamos babar !!!!!






Morgaaaaaaaaaaaaaaaaaaa

Menina me empolguei com o negócio, kkkkkkkkkkkkkkkk, explicando, o negócio de procurar os marvados totozões.
Então, o marvadão da vez é um pirata dos 7 mares, muito caliente. 
Apresento-vos  Gideon Horn : o Lorde Pirata.




Perfil:  Rosto de um cínico: descaradamente masculino, friamente belo, apesar das povoadas sobrancelhas escuras e da boca torcida... e assustadoramente ameaçadora.
Cicatrizes... uma em forma de lua crescente que atravessava toda sua face, e outra pequena que se estendia ao longo do extremo exterior de uma das suas sobrancelhas, que por escassos milímetros não entrava no olho.Olhos azuis e bem dotado, kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Que mau que eu sou!!!!

Maldades GostosasEle chega agarra a mulher, beija á força, não que ela reclame, kkkkkk...  dedos salientes e mágicos... 


Trechos Maus e Deliciosos: 


É um tanto extenso, mas eu não podia mutilar o Gideon, gente!!!! 
Trecho 1:

"O corpo de Gideon ficou tenso, a cicatriz da face ficou mais branca, num nítido contraste com a pele bronzeada. Com dois passos rápidos para a frente, agarrou-a pela cintura sem dar tempo de fugir.
— Foi isso o que aconteceu ontem? Zanguei-me consigo, você sentiu-se obrigada a suportar os meus beijos? Desculpe, menina, mas se me lembro bem, não foi isso que aconteceu. — Baixou a voz até a converter num murmúrio. — lembro-me que você abriu a boca sob a minha. Lembro-me que meteu as suas mãos no meu cabelo e me acariciou o pescoço. Essa não é a forma como a maioria das mulheres responde perante um assédio.
Furiosa pelo fato dele estar  dizendo as suas próprias debilidades na cara, fechou os punhos e tentou bater-lhe no peito, mas Gideon foi mais rápido: segurou-a pelos pulsos e puxou-a para ele, obrigando-a a colar o corpo contra as musculosas pernas e cintura.
— Você não tem a mínima ideia do que significa a palavra «obrigar». Talvez tenha chegado o momento de lhe mostrar o que na verdade significa agir com força bruta.
— Nããoooo... — resmungou Sara, enquanto ele inclinava a cabeça para ela, e com a boca sofucava todo o vestígio de mais protestos.
Foi um beijo duro e inflexível, e ele agarrava-a de uma forma possessiva e implacável. Sara tentou safar-se dele, mas não conseguiu. Com os olhos brilhantes, ele respondeu sentando-a bruscamente sobre uma das arcas espalhados pelo chão. Então agarrou-a outra vez pelos pulsos e obrigou-a a colocar os braços atrás das costas, segurando-os com força com uma das suas mãos enquanto que com a outra a agarrava pelo queixo e a obrigava a levantar a cabeça para a poder beijar outra vez.
Foi um beijo de castigo, com a intenção de conseguir que ela o odiasse. E foi isso o que Sara sentiu naquele momento. Gideon tentou meter a língua entre os seus dentes, mas ela manteve-os fechados, com a firme determinação de não permitir que ele ganhasse aquela batalha. Quando Sara percebeu que não tinha forma de escapar das garras dele, contra atacou da única maneira que se lembrou: mordeu-o no lábio inferior. Gideon inclinou a cabeça para trás ao mesmo tempo que proferia uma maldição, mas não a soltou, mesmo quando sentiu o sabor do sangue na boca.
— Isto, minha querida Sara, isto é forçar alguém — rugiu. — e tenho a certeza absoluta de que não gostou nada, não é verdade?
Ela percebeu um sinal de culpabilidade nos seus olhos, mas pensou que se enganava. Aquele… aquele bruto não era capaz de se sentir culpado de nada!
Então o olhar de Gideon suavizou-se sob a luz fraca da lamparina de azeite que iluminava o porão sem janelas, e a sua voz alterou-se subtilmente até falar com uma cadencia mais simpática.
— E não a culpo. Eu também não gosto. Não quero que lute contra mim.
Os olhos de Gideon denunciavam a sua franqueza. Afastou lentamente a mão do queixo dela e acariciou suavemente a sua garganta com os dedos fortes. Enquanto Sara continha a respiração, ele colocou o polegar e os outros dedos de ambos os lados do pescoço dela.
— Não... prefiro tê-la como ontem... excitada... com vontade...
As palavras por si próprias eram uma caricia, e a forma como olhava a boca dela, como se fosse uma apetitosa sobremesa, provocou em Sara um delicioso calafrio que percorreu as costas. Teve que lutar contra aquelas sensações que a traíam.
— Não serei sua. Nunca.
— Porquê?
Um sorriso desenhou-se nos lábios do capitão. Este inclinou mais a cabeça e ela preparou-se para receber outro beijo, mas em vez disso, ele apertou os lábios lábios sobre a veia que palpitava irregularmente na parte lateral do seu pescoço.
Os lábios dele eram quentes e suaves como manteiga, nada parecido ao que tinham sido poucos minutos antes. Sara tentou manter-se firme, aparentar que ele não estava a excitando nem que estava fazendo-a tremer como um pudim. Uma sinfonia de necessidades e de sensações estavam a invadi-la, sem que ela pudesse fazer nada para remediar. A boca de Gideon moveu-se 

para cima; brincou com a orelha dela, e depois deu uns beijos úmidos ao longo da sua face, fazendo-lhe cócegas com os pelos do bigode.
Sara tentou não prestar atenção ao desejo irrefreável que a invadia, respirou profundamente e manteve-se tão distante como qualquer mulher podia quando um homem estava a lisonjear o seu corpo com mil carícias delicadas. Mas quando ele começou a beijá-la por todo o rosto exceto nos lábios, ficou surpreendida ao descobrir como ansiava sentir a boca dele sobre a dela. Oh, como desejava que a beijasse outra vez na boca.
E como um bom safado que era, Gideon parecia saber exatamente o que ela queria. Afastou-se um pouco e fixou o olhar nos lábios a trémulos. Então cobriu-os com os dele.
Foi um beijo suave, cauteloso, divino, delicioso. Ele avançou pela curva dos labios com a língua, e depois introduziu-a desavergonhadamente na boca dela. Sara pensou que devia reagir, que devia agir decentemente, como faria a verdadeira filha de um conde. Ele não deveria estar fazendo aquelas coisas.
Mas a verdade era que tinha perdido as forças. Sentia-o tão forte, tão corajoso... o porão do barco era sua propriedade, escuro e secreto e cheio de tentações. Até o balançar do barco parecia conspirar com o capitão, obrigando-a a apoiar-se nele para manter o equilibrio e não cair da arca. Ele impelia a língua dentro da sua boca trêmula com golpes possessivos, e cada golpe conseguia debilitar mais os seus joelhos...e o seu ventre e as costas. Santo céu, ninguém a tinha feito sentir daquela maneira antes... com aquela agitação traiçoeira, aquela necessidade de responder a cada beijo com outro igualmente dedicado.
Quando a mão de Gideon deslizou pelo pescoço, atravessou o esterno e foi poisar-se sobre um dos seus seios, Sara não tinha forças para opor resistencia. Não reagiu. Não fez nada, exceto arquear as costas para se colar mais à sua boca e continuar a saborear o beijo como uma mulherzinha descarada.
Gideon percebeu a mudança em Sara de repente, especialmente quando soltou suas mãos, visto que em vez se o empurrar com elas, o separar, deslizou-as por baixo do casaco e agarrou-o pela cintura. Maldita mulher... aquela mulher era realmente incrível. Porque não o desprezava da maneira cruel como a tinha beijado ao princípio? Ele sentiu um enorme desprezo por si próprio por ter sido capaz de realizar tal feito, tanto que decidiu beijá-la novamente apenas para lhe provar que não era o monstro que ela pensava que era.
Mas agora Gideon só conseguia pensar em tocá-la e acariciá-la. O seu corpo pensava por ele, e ele não podia fazer nada para o deter.
A resposta por parte de Sara tinha sido tão inocente, tão pouco instruída... tão tentadora, que sentiu terríveis desejos de arrancar sua roupa, deitá-la sobre um dos colchões, e perder-se dentro do corpo dela. Gideon ofegou quando ela prendeu os braços ao redor da sua cintura. Tinha que se controlar. Tinha que se travar, acabar a demostração sobre como diferia a força bruta da satisfação mútua. Então podia afastar-se dela.
Mas mais tarde. Muito mais tarde. Depois de ter tocado, de ter explorado aquele corpo que o tinha mantido acordado hora atrás da outra na noite anterior.
As capas de tecido que separavam a palma da sua mão e o seio de Sara tornaram-no impaciente. Sem pensar, desapertou a simples peça de renda que fechava recatadamente a linha do decote do vestido de musselina. Ela afastou a boca dele, com os olhos dilatados, insegura. A peça de renda caiu ao chão, ele acariciou a parte superior mais avultada dos seus seios e esperou que ela, como uma boa moça, decidisse dar por concluída aquela loucura.
Quando isso não aconteceu, quando ela ficou sentada, olhando para ele fixamente como uma pomba atordoada, Gideon introduziu a mão dentro do corpete para saborear o leve peso do seu seio. Tinha que lhe tocar. Ficaria louco se não o conseguise.
A desfaçatez dele impeliu-a a reagir.
— Não deveria… tocar-me... dessa maneira. — Sara ofegou ao mesmo tempo que percebia como o mamilo ficava duro como uma pedra perante o contato com a mão dele.
— Eu sei. — Gideon esfregou a palma da mão aberta sobre o seio e começou a acariciá-lo lentamente, habilmente. — mas você quer que eu continue, não quer? Deseja que eu continue.
Conseguiria que ela admitisse que o desejava nem que fosse a última coisa que fizesse neste mundo. Não queria que voltasse a acusá-lo de  ter zangado com ela.
Sara virou o rosto para um lado, mas não o deteve.
— Eu não… quer dizer, eu… não quero… eu… eu…
Gideon beijou-a novamente, silenciando-a enquanto introduzia a língua na doçura e no calor da sua boca da forma que desejava introduzir-se noutra parte dela. Quando conseguiu que Sara se agarrasse a ele com os dedos contraídos, passou-lhe o braço por trás para alargar o corpete o suficiente para poder baixar-lhe as mangas e ver os seus ombros nus. Tentou desapertar os laços da blusa impaciente, e depois afastou a musselina e arrastou-a para baixo para deixar os seios a descoberto.
Apesar de ela se assustar e lançar um gemido apagado, Gideon não se amedrontou. Por todos os Deuses, era tão doce; a mulher mais doce que alguma vez provara. Continuou a investir com a língua sem parar, abrindo caminho entre os lábios sensuais, ao mesmo tempo que enchia as mãos com os seios.
A pele feminina era suave, muito suave. E ele tinha o membro viril tão duro como uma pedra. Quando é que uma mulher conseguira excitá-lo daquela forma?
Enquanto Sara continuava a agarrar-se a ele com os dedos tensos, Gideon afastou os lábios dos dela, mas apenas para beijar um dos seus apetecíveis seios satinados. Sara abriu enormemente os olhos quando ele começou a chupar-lhe o mamilo com força, mas não tentou afastá-lo, arqueou-se mais para ele, e cravou os dedos na pele nua daqueles ombros tão fortes. As unhas deixariam marcas visiveis mais tarde, mas Gideon não se importava. Desejava-a. Alí mesmo. Naquele momento.
Campainhas de alarme tocaram na sua cabeça, mas ele ignorou-as. O aroma dela, o gosto salgado da sua pele, o estava deixando louco. Gideon poderia ter resistido a ela se Sara tivesse sido a fria dama inglesa que ele pensava que era. Mas Sara era uma rainha guerreira e feroz, que recitava Lisístrata para incentivar as suas tropas. Não, não conseguia resistir a uma mulher assim. Desejava-a. E ela desejava a ele. Que mais podia importar?
— Gideon! Santo céu! — ofegou ela enquanto ele lambia com ardor primeiro um seio e depois o outro, desejando devorá-los.
— Mmm... Sim, é maravilhoso — murmurou ele colado aos seios. — Tu és maravilhosa.
Sara era um anjo, aquela mulher inglesa, pela qual ele bramava ao ventos, a que incendiava o luxurioso coração americano. Tinha que a possuir. Tinha que fazê-la dele. Tinha que lhe pertencer. E ela também o desejava. Não importava o que Sara dissesse, o corpo dela atraiçoava-a. Ela desejava-o.
Gideon continuou a repetir aquelas desculpas enquanto a beijava novamente, desta vez com uma sede que nem os prazeres da sua boca podiam saciar. Queria mais. Tinha que conseguir mais. Sentindo uma necessidade angustiante, levantou-lhe a saia e deslizou as mãos pelas pernas até aos joelhos dobrados.
Continuou a avançar para cima, por baixo da musselina que cobria as pernas, acariciando a pálida e suave pele, até que chegou ao ângulo que formavam as pernas abertas. Ela seria sua e de mais ninguém. Ninguém a teria; só ele.
Pensava demostrar-lhe o quanto ela também o desejava. Conseguiria que ela percebese, para que dessa forma nunca mais o desprezasse. E com aqueles pensamentos, deslizou a mão entre as pernas dela.
O toque dos dedos de Gideon na sua parte mais íntima conseguiu que Sara desse um salto e despertasse do seu estado de fantasia.
— Não! — sussurrou enquanto afastava a boca da dele. — Não faça!
Gideon tapou a seu púbis com a mão, proporcionando a Sara um momento de alívio depois da doce tensão que tinha sentido por todo o corpo.
— Mas tenho que fazer — sussurrou ele. o seu olhar era escuro, confiante, como se soubesse exatamente o que ela sentia. — Você me desejas. Deixa que te acaricie, Sara. Deixa que te demonstre o que nós poderíamos ter juntos.
Acariciou-a de uma forma absolutamente fascinante, fazendo com que ela se sentisse úmida e quente, como as aguas do mar tropical aquecidas pelo sol.
— Sim — ofegou ela, apesar de não ter a certeza.
Sara fechou os olhos para não ver o olhar confiante de Gideon, aquela confiança de saber-se conhecedor das suas debilidades. Sentiu-se invadida por uma necessidade quase irresistível de se entregar a ele, de permitir que as suas mãos a possuissem, ao mesmo tempo que também sentia uma estranha necessidade de o tocar, de passar aquele corpo com as mãos dela e fazer o mesmo que ele estava fazendo com ela.
Gideon continuou rodando a palma da mão com uma fascinante precisão naquele lugar tão íntimo que parecia desfazer-se pelas suas caricias. Sara deslizou os dedos pelas costelas musculosas e também começou a acariciá-lo; depois colocou-os no peito e com as mãos sem experiencia brincou com os pêlos mais rijos e encarcolados. A pele de Gideon, como veludo curtido, parecia ganhar vida sob os dedos dela. Ele suspirou sonoramente, com a respiração ofegante, e agarrou uma das mãos de Sara e colocou-a mais em baixo, passando por cima do seu enorme cinturão até a colocar sobre o vulto que emergia por baixo das suas calças.
Sara voltou a abrir uns olhos dilatados. A expressão do rosto de Gideon já não projetava aquela plena confiança, agora era selvática, felina, sedenta, como um homem podia mostrar-se sedento. Ele emitiu um som gutural enquanto empurrava as ancas contra a mão dela. ao mesmo tempo, esticou completamente a sua mão sobre a sua pubis e uma onda de prazer inundou-a de repente, tão intensa que Sara quase caiu da arca.
— Oh, meu Deus — sussurrou ela. Cada parte do seu corpo tremia e excitava-se. Cada parte dela queria mais. Sem ser consciente do que fazia, arqueou-se mais sobre a mão de Gideon, procurando novamente aquele prazer indescritível que acabava de sentir.
Os olhos de Gideon brilharam.
— Muito bem, linda. Deixe-se levar e aprecie. — Separou o pelo da seu pubis com os dedos experientes, e depois introduziu um na cavidade que ficava mais úmida e escorregadia, permitindo-lhe um fácil acesso. — Por todos os Deuses... Mmmm... estás tão úmida… — rugiu Gideon, com um grunhido parecido ao de um animal, antes de se apoderar da sua boca outra vez.
Sara ouviu um ruído por cima da sua cabeça, como de um tronco de madeira a bater no outro, mas afastou o som da sua mente. Então uma voz gritou de cima:
— Capitão, capitão? Você está aí em baixo?"

Trecho 2:
"Os olhos de Gideon brilharam.
— É a mulher mais hipócrita e mais chata que já conheci! — Afastou-se subitamente do varandim para a prender pelos ombros com tanta violência que até a machucou. — Nunca se dá por vencida?
— Não. — Apesar da fúria que ela parecia ter despertado nele, Sara manteve o olhar firme e sereno. — acho que é este sangue reformista que corre pelas minhas veias. Não descanso até mudar tudo. — depois acrescentou, quase desafiante: — e todos.
Gideon censurou-a com um olhar gélido.

— Pois é melhor não tentar comigo. Não gosto nada de mudanças.
De repente, a sua fúria pareceu abrandar até se transformar em algo mais, algo escuro e perigoso e obviamente perverso. Fechou as mãos sobre os ombros dela, depois deslizou-as até rodear o seu pescoço, e colocou os polegares sobre cada uma das veias que a pulsação batia descontroladamente. Então, baixou a voz até a converter num sussurro e disse:
— Talvez tenha chegado a hora de perceber.
Gideon acariciou a parte posterior da cabeça com uma mão, e o pânico subiu à garganta de Sara enquanto ela levantava as mãos e as apoiava no peito dele para o separar.
— Posso saber o que está fazendo?
— Desde o primeiro dia tentou me mudar. — Os olhos dele brilhavam sob a luz da lua. — Pois só há uma forma de combater contra isso: te perverter, te  corromper.
Sara compreendeu o que Gideon queria dizer. Prendeu-a com a outra mão pela cintura e obrigou-a a colar o seu corpo ao dele. O alarme e apenas um pequeno tremor de excitação perante o desconhecido invadiu o peito dela.
— O que... o que te faz acreditar que consegue me corromper?
Gideon aproximou a cabeça até que os seus lábios ficaram apenas a uns centímetros dos dela. Sara conseguia notar a respiração devastadora dele através da sua boca tremula.
— Pode-se corromper toda as pessoas, Sara, até você.
Então a boca dele pousou sobre a dela, dura e implacável… e sim, corrupta. os bigodes arranharam-lhe a pele enquanto se apoderava completamente da boca dela, como um conquistador, da forma que um homem o faria com predisposição à corrupção. Ela tentou juntar as suas forças debilitadas, se obrigar a lutar contra ele, mas foi tudo em vão. A boca de Gideon seduziu-a, até que conseguiu que abrisse os lábios; então colou a língua dentro com lentas investidas que eliminaram qualquer pensamento na sua cabeça.
Era um beijo perverso, meticuloso e calculista, com a intenção de ela também responder de uma forma perversa. E assim foi. Sara deslizou os braços ao redor do seu pescoço e devolveu-lhe o beijo com um vergonhoso abandono, consciente de que estava totalmente colada ao corpo meio nu de Gideon e que inevitavelmente se empurrava para o abismo, ao cair na sua própria perdição.
Rapidamente as mãos de Gideon manuseavam o seu corpo, tateando ligeiramente as costelas até que pousaram sob os seus seios. A língua travessa continuava revolver uma e outra vez dentro da sua boca, enredando-se à sua língua, e enquanto isso, colocou os polegares sobre os mamilos e começou a acariciá-los através da fina camisola.
Sara ofegou e enrijeceu os braços ao redor do pescoço dele. No mesmo instante, o beijo tornou-se mais feroz e mais urgente. Gideon desceu as mãos até as colocar sobre o traseiro e colou-a mais a ele. Umn som proveniente de uma das escotilhas conseguiu que se separassem, ofegando como dois cavalos de corridas  na reta final. Ela olhou à sua volta, e as faces coraram imediatamente. Felizmente, não havia ninguém.
Quando voltou a olhar para ele, Gideon observava-a como um lobo observa um coelho.
— Venha ao meu camarote, Sara. Agora. Fica comigo o resto da noite.
Ela olhou para ele fixamente, ao princípio sem compreender, com a mente tão embriagada pelos beijos que custava saber onde estava. Mas quando compreendeu as palavras dele, abriu a boca para protestar. Depois reparou nos olhos dele. Denunciavam uma necessidade de carinho, não apenas lascívia. Negavam toda a insistência de que ele era imune a qualquer ato de mudança. Ele a queria, sim, mas  também precisava dela, embora ainda não tivesse consciência disso.

Sara hesitou uns minutos, e ele ficou tenso, apertou os lábios até formarem uma linha fina e tensa.
— Não, suponho que a recatada lady Sara não seria capaz de fazer algo parecido.
Havia tanto orgulho ferido, tanta raiva na voz dele, que quando ele a soltou e começou a virar-se para se afastar, ele respondeu:
— Se enganou.
Gideon olhou para ela sem pestanejar, estudando o rosto dela. Ao sentir-se examinada, ela considerou as suas palavras.
— Bem, quero dizer... que...
— Não vou permitir que retire o que disse. Não esta noite.
Depois daquela declaração, agarrou-a nos braços, sem dar oportunidade de protestar nem de responder. a luz da lua iluminava a cruel determinação da sua boca, o olhar sedento dos seus olhos. Sara continuou a observá-lo com a boca aberta, sentindo o coração bater descontroladamente no peito, enquanto ele a levava nos braços através do convés e da porta da cabina.
Uns segundos mais tarde, quando ela viu a porta do camarote de Gideon entre aberta diante deles, ficou sem respiração. Por todos os santos, oque estava  fazendo? Perdera completamente o juízo? Estava  permitindo que um pirata a levasse para a cama dele!
Sim, um pirata... que beijava maravilhosamente, que a fazia sentir coisas que nunca tinha sentido antes. Não estava louca; estava apenas cansada de lutar, cansada de resistir ao enorme desejo de que ele a tocasse.
Gideon deu um pontapé na porta e entrou no camarote, depois deu outro pontapé para fechar a porta atrás deles. O trinco fechou-se automaticamente com um ruído cruel. Timidamente, ela contemplou o camarote que apenas tinha visitado duas vezes anteriormente. A chama da lamparina situada ao lado da cama tremeluzia graciosamente, seguindo o ritmo do balançar do barco: adquirindo de repente um brilho mais consistente para depois voltar a tremeluzir com uma tênue luz. Daquela forma conseguia iluminar o edredão escarlate sobre o qual provavelmente dezenas de mulheres se tinham deitado.
O seu coração começou a bater mais descontroladamente. Não devia de estar ali, não com ele. Ela não podia ser uma daquelas mulheres.
Ou era? Levantou o olhar e olhou para o rosto dele, procurando algum indicio que lhe desse a entender que aquilo significava mais para ele do que as suas anteriores conquistas. Mas quando os olhos se encontraram, aquela possibilidade deixou de a preocupar. Sentiu-se aprisionada na urgência que irradiava o corpo de Gideon, uma urgência que refletia a sua.
Em desviar os olhos dela, Gideon colocou-a no chão e ela ficou de pé diante dele, tão perto da cama que roçou o edredão com o joelho quando tentou recuperar o equilibrio no chão.
— Vire-se — ordenou ele.
Sem saber porquê, Sara obedeceu. No mesmo instante, as mãos de Gideon começaram a desapertar-lhe o corpete, e ela sentiu-se invadida por um delicioso calafrio... un calafrio de anticipação. Despiu-a como um homem que sabia exatamente o que fazia. A camisola branca, virginal, caiu ao chão, e ficou apenas com a roupa interior.
Foi então quando ele baixou o tecido que cobria os seus seios até os deixar a descoberto, que ela começou a sentir pânico. Apesar de Gideon já ter visto seus seios antes, nunca o tinha feito com tanto descaramento. E, evidentemete, nunca num cenário tão embaraçoso. Fazia com que a sua união fosse práticamente inevitável.
Quando ele continuou a baixar a roupa interior e chegou às ancas, Sara agarrou-o pelos pulsos com as duas mãos.
— Gideon, por favor... eu nunca... quero dizer... que sou... sou...
— é virgem. — Ele obrigou-a a virar-se para poder olhar para ela nos olhos. A expressão dele era tão sincera que Sara pensou que o coração ia arrebentar. — eu já sabia. Nenhuma mulher batalhou tanto para conservar a sua inocência. Mas não precisa de lutar agora.
Gideon deslizou uma mão ao longo do corpo dela até alcançar o seio nu, e começou a acariciar o mamilo até Sara começar a respirar com dificuldade.
— Está tão pronta quanto eu, linda. E se não acredita em mim, depressa vai acreditar. Prometo que nunca se lamentará por ter perdido a virgindade
Embora ela suspeitasse que ele tinha razão, o seu rosto adquiriu uma profunda cor vermelha quando ele acabou de tirar a roupa interior, deixando-o tão nua como a sua mãe a trouxera ao mundo.
Gideon retrocedeu uns passos e observou-a com um longo olhar sedutor, deleitando-se com os seios, o ventre… com o triângulo de pêlo encaracolado entre as pernas dela. Sara não conseguia acreditar que estivesse suportando aquele olhar indecente, que até lhe agradava. Mas claro, se alguém tivesse dito um mês antes que estaria nua ao lado da cama de um pirata, desejando que ele a tocasse como se fosse uma miserável rameira dos bairros pobres, teria morrido de rir.
Uma mulher com caráter se taparia, mas estava farta de ser uma mulher com caráter. Nenhum homem a tinha examinado assim, e apesar da vergonha que sentia, também notou um certo orgulho feminino pelo fato de se sentir admirada.
Sob aquele olhar, a sua respiração ficou tão acelerada quanto a dele. E assim continuou até que ele deslizou um dedo desde a parte inferior do seio e foi descendo até chegar ao ventre, e a seguir, às pernas. Então Sara deixou de respirar completamente.
— Tem um corpo digno de ser corrompido — sussurrou Gideon. — e a minha intenção é corrompê-lo esta mesma noite.
Sara estremeceu levemente perante aquelas palavras, um tremor que aumentou quando ele se sentou na cama, agarrou-a pela cintura e atraiu-a para ele até ela ficar de pé no meio das pernas dele. A boca sedenta de Gideon pousou sobre um dos seus seios e começou a chupar o mamilo com força; então ela começou a ofegar.
Porque tinha que fazer de uma forma tão deliciosa? Porque não era um desajeitado ou agia de forma estranha ou cruel? Se assim fosse, ela conseguiria lutar contra ele.
Mas Gideon era um mestre da sedução. Enquanto que com a boca lhe acariciava um dos seios, com os dedos manuseava o outro mamilo até que conseguiu que ficasse tão duro quanto uma pedra. Sara sentia uma insólita dor por cusa daquela boca tão quente e daqueles dedos tão experientes. Agarrou-se a ele com mais força e ele suspirou.
— Mmmm... és tão doce — murmurou contra o seio. — te quero há tanto tempo... tanto tempo...
Depois voltou a lamber o seio, distraindo-a enquanto deslizava uma mão pelas costelas, pela cintura, pelas pernas. Apanhou-a completamente desprevenida quando colocou as pernas entre as dela, e depois aproximou-a mais dele até ficar sentada sobre o seu colo, com as pernas dobradas e apoiadas na cama ao lado das ancas dele. O movimento obrigou-a a abrir-se de uma forma tão arrojada diante dele que se sentiu sufocada novamente e escondeu o rosto so ombro dele.
Mas ele nã permitiu o luxo de se esconder. Agarrou-lhe o queixo e olhou para ela nos olhos, enquanto um sorriso perverso aparecia nos seus lábios.
— Se lembra do que fiz no bosque? Quer que volte a fazer?
Sara apenas conseguia olhar para ele num silêncio embaraçoso, incapaz de pronunciar uma palavra. Ele baixou a mão e colocou-a sobre a perna dela, e procurou a pele mais delicada da sua púbis. Um tremor de desejo embriagou-a, e para sua perturbação, a parte inferior do corpo dela, balançou um pouco para ele. com olhar confiante, ele estendeu a mão até abranger todos os pêlos úmidos. Mas parou ali.
Olhou intensamente para ela.
— Quero te  ouvir dizer, Sara. Diga o que quer. Diga que me quer dentro de você.
As faces dela coraram ainda mais Oh, Gideon era demasiado cruel. Estava  fazendo-a pagar por todas as coisas que tinha dito, por todas as vezes que o recusara.
— Sei que é isso que quer — continuou ele, com uma provocante voz confiante. — mas quero que diga. Não quero que amanhã vá ter com as outras mulheres e  digas a elas que te violei contra a tua vontade. — Com o polegar afastou o pêlo úmido e acariciou a pequena protuberância, e ela apertou-se mais contra ele de uma forma descarada. Mas Gideon afastou o polegar depois daquela breve carícia.
— Diga que me quer, Sara — pressionou-a ele. — Diga!
Nesse momento, com a mão, acariciava-lhe novamente a parte de dentro da perna, e Sara morria de vontade por sentir aquelas carícias tão eróticas um pouco mais acima. Ficou tensa, tentando aproximar-se mais daquela terrível mão e da sua tentadora oferta de prazer. Mas ele afastou a mão quando percebeu o que ela pretendia.
— Por favor, Gideon... por favor... toque-me. — as palavras saíram da boca dela antes de  conseguir evitar. A voz não parecia a dela, tão ofegante e erótica. Outra mulher possuía o seu corpo, obrigando-a a agir como uma rameira, e ela não conseguia detê-la. — Por favor...
Gideon franziu a testa.
— então, isso é tudo o que eu vou conseguir de você, não é? Muito bem. Acho que é o suficiente, por agora.
Em seguida, deslizou um dedo dentro dela numa investida aveludada que conseguiu arrancar um gemido dos lábios de Sara. Gideon começou a mover o dedo lentamente... dentro... e fora... dentro... e fora. Ela seguiu o ritmo contra aquela mão-travessa, e quando o olhar sedento e devorador dele sobre ela se tornou insuportável, Sara escondeu o rosto no ombro dele.
O cabelo de Gideon afagava-lhe a face. Cheirava a fumo e a cinza. Apesar dele ter tomado banho depois de lutar contra o fogo, ainda tinha o aroma do Príncipe da corrupção… cheirava a chamas, a cinza e a enxofre.
Mas não importava. Ele estava às portas do inferno, convidando-a a entrar, e ela lançava-se para ele sem hesitar um segundo. Que Deus a perdoasse, mas desejava-o loucamente. Desejava-o mais do que a outra coisa no mundo. Estivera condenada à perdição desde aquele dia no bosque,  e esta noite apenas selava o seu destino.
Gideon esfregou-lhe a face com o nariz, depois procurou a boca dela e conquistou-a com uma fúria selvagem qua apenas aumentou a indescritível necessidade à qual Sara se sentia aprisionada. A língua dele imitava os movimentos do seu dedo, entrando e saindo. Ela sentia o pênis ereto no meio das suas pernas, mas também não se importava; a única coisa que importava era a revigorante sensação que ele despertava com aquelas investidas tão profundas e eróticas. Gideon interrompeu o beijo; a sua respiração era ofegante, gutural. Depois o cabelo de Sara tapou-lhe o rosto enquanto uns novos e estranhos sons começaram a escapar dos seus lábios. A pressão do musculoso peito de Gideon contra os seios, agora tão sensíveis, só aumentava as deliciosas sensações.
Gideon levou-a à beira do mesmo prazer que tinha dado antes, mas afastou a mão abruptamente. Sem conseguir conter-se, Sara protestou, olhando para ele com os olhos dilatados.
Mas ele tinha uma expressão perversa.
— Desta vez não, linda. Desta vez chegaremos juntos ao orgasmo.
Ela olhou para ele confusa, sem perceber o significado daquelas palavras. Gideon ergueu-a do seu colo e deitou-a na cama, enquanto ele ficava de pé na beira da cama. Começou a desapertar o cinturão, tirou-o e lançou-o para o lado. Sara ouviu como ele caiu no chão do camarote enquanto ele desapertava os botões dos calções e os despia.
A boca dela formou um O silencioso ao vê-lo completamente nu. Então aquele era o aspecto que um homem tinha! Pensou que ninguém a poderia ter preparado para a visão de Gideon sem as roupas. O ventre liso e marcado pelas cicatrizes de muitas feridas... o umbigo rodeado por um pêlo escuro... as pernas fortes e musculadas que testemunhavam as intermináveis horas passadas tentando manter o equilíbrio no convés de um barco oscilante… tudo aquilo conseguiu excitá-la e assustá-la de uma só vez.
Mas o que mais  a impressionou era o que jazia entre as pernas dele. Completamente ereto, Gideon homem suficiente para impressionar qualquer mulher. E pensava meter aquilo dentro dela? Que barbaridade! Ia matá-la!
— Não... não consigo. — Sara levantou o rosto e olhou para ele, desesperada porque ele a compreendera. — Não consigo fazê-lo! Sentou-se na cama e agarrou numa almofada para cobrir a sua nudez, mas ele foi mais rápido do que ela. Saltou para a cama, ajoelhou-se ao lado dela, e Sara esperou que ele ironozasse com as lágrimas dela. Mas em vez disso, Gideon agarrou a pequena mão fechada, e levou-a à boca e beijou os dedos até conseguir que ela relaxasse e a abrisse.
Antes de ela perceber o que Gideon estava fazendo, ele agarrou a mão dela e colocou-a sobre o seu membro ereto. Sara tentou retirar a mão, mas ele fechou os dedos à volta dos dela.
— Olha — murmurou ele com voz tensa, — não aconteceu nada. É apenas um bocado de carne. Um bocado de carne sensual que morre de vontade por estar dentro de ti, porque sabe que é esse o lugar que lhe pertence.
Gideon moveu a mão dela sobre o pênis, deixando que ela sentisse a pele suave e aveludada que rodeava a sua ereção. Afastou os dedos, e ela continuou o movimento até que ele começou a ofegar e subitamente retirou-lhe a mão.
— Vou ficar louco se continuar me acariciando assim, linda. Estou excitado demais, pronto para ti. — sorriu para ela. — e você está pronta para mim.
Quando ela abriu a boca para protestar que nunca conseguiria estar pronta, ele beijou-a, apertando-a com tanta paixão entre os braços que Sara teve dificuldade em respirar. Antes que pudesse perceber, ele começava a deitar-se novamente, mas desta vez colocou-se em cima dela e abriu-lhe as pernas com os joelhos.
Depois, começou a penetrá-la. Sara ofegou perante tal intrusão e afastou a boca dele; estava aterrorizada.
— Não aconteceu nada — sussurrou Gideon com voz calma. — Relaxa, linda. Relaxa.
— Como quer que eu relaxe? — respondeu ela com medo. Tinha consciência que ele estava dentro dela, sobre ela, à volta dela. nunca tinha se sentido tão desamparada, tão dominada.
Uma madeixa de cabelo preto caiu sobre a testa de Gideon, dando-lhe um aspecto mais endiabrado, embora as palavras que disse a seguir não tivessem nada de perversas.
— Não sei — murmurou com incerteza. — é a primeira vez que me deito com uma virgem.
Ele afundou-se um pouco mais dentro dela, e Sara ficou tensa.
— Fantástico! — disse Sara sarcasticamente, enquanto notava ainda mais a sensação de intromissão. — sendo assim, é um principiante.
Os lábios de Gideon ficaram tensos, numa fina linha, tentando não desatar a rir. Ou a rugir.
— Só sou principiante com as virgens. Mas vou corrigir essa situação.
Afundou-se mais dentro dela, mas deteve-se abruptamente. os olhos dele observaram-na solenemente.
— Sabe que vou te machucar quando romper o hímen, não sabe?
Ela assentiu com a cabeça, sem dizer uma palavra.
— Confia em mim, em como não te machucarei mais do que o necessário?
Cada músculo do rosto de Gideon parecia prestes a rebentar de tanta tensão pelo fato de estar penetrando tão lentamente, e os olhos brilhavam de desejo. No entanto, conteve-se, esperando ouvir a resposta. Aquilo ajudou Sara a repetir-se como nada mais o teria conseguido. Gideon podia ser um pirata, mas não a magoaria deliberadamente.
— Confio em você — sussurrou ela.
— Está bem. — Ele afundou-se completamente dentro dela.
Foi apenas uma pequena e fugaz explosão de dor, embora tivesse sido o suficiente para que ela soltasse um gemido. Gideon sufocou o grito com a sua boca, beijando-a até ela relaxar. Então começou a mover-se, deslizando-se dentro dela com investidas lentas e prolongadas. De inicio Sara notou uma pressão esquisita. Depois a fricção começou a aquecê-la, provocando novas sensações perturbadoras dentro dela. sentia-se aberta para ele, como uma vela disposta a aceitar o forte vento contra ela, dentro dela.
Gideon parou por um momento e olhou para ela com aqueles olhos azuis como o céu e como o mar agitado. depois penetrou-a mais profundamente, mais vigorosamente, e Sara começou a desejar mais.
A sensação era de como estar no paraíso celestial e sentir o suplício do inferno ao mesmo tempo. Ele era dela, mas não de todo... queria mais, queria muito mais dele. Estando apenas meia consciente dos seus atos, Sara agarrou-se aos braços fortes de Gideon para que ele a penetrasse mais profundamente. Gideon ofegou; o desejo tingiu visivelmente o seu rosto quando aumentou o ritmo das suas investidas. Agora penetrava-a como se tivesse medo de perdê-la, e ela espetou as unhas nos braços dele para afastar a agitação.
Naquela altura, Sara viu como se ele tivesse alcançado o mais profundo do seu ser. O barco balançava a ele, e ele balançava a ela, investindo cada vez com mais força, aumentando a tensão dentro dela até que soltou um gemido por causa da urgência do desejo: desejava-o com todas as suas forças.
— Por Deus — murmurou ele enquanto a penetrava selvagemmente, como uma mítica besta marinha cavalgando sobre as ondas. — Por Deus, Sara... minha Sara... sim, minha Sara...
Ela tentou afundar a cabeça na almofada quando sentiu a explosao de tensão dentro dela, e gritou e ofegou, e agarrou-se a ele com mais força para se derreter com o corpo dele.
— Sim... oh, sim… Sara! — exclamou ele, derretendo-se finalmente com ela. Espasmos incontroláveis invadiram o corpo dele enquanto se desfazia dentro dela. Sara perdera completamente a noção da realidade, e sentia-se como se voasse pelo espaço.
Enquanto ela gritava de prazer debaixo dele, não teve outro remédio senão pensar por um momento, que no final, ele tinha feito exatamente o que prometera. Tinha-a corrompido. E embora custasse a aceitar, sentia-se em glória. Sim, realmente era corrupta, muito corrupta.
E sabia tão bem ser corrupta!"




Com um lorde Pirata desses, quem não se tornaria uma corrupta-mor? Até eu! kkkkk
Bom meninas, espero que gostem. eu particularmente adoro o bofe, kkkkkkkkkkkkkk
Eita piratão hot!!!
Bjus


                                             Para tudo que eu dispiroqueiiiiiiiii !!!!!

Lexi minha  filha.....sua marvada..má...má...má !!!!
Que pirata é esse ?????....Eu queroooooo !!!! Daqui a pouco vou mudar o nome do blog para :
O blog...  Em Chamas.!!!!!....
É só eu o ta pegando fogo aqui.?????...Eu to queimandoooo !!!
hot2 cabeça de cebola

Ele é mal...mal...e deliciosoooo....
Gideon...me corrompe!!!.....Me corrompe toda....
Oia aqui..meu corpinho todo pra você....me usa, me abusa !!!!
Haaaaaaaaa....hahhahahhahahhhahah


Lexiiiii...amiga eu amei...amei....agora vou correr pra ler esse mocinho deliciosamente marvado

Meninas espero que tenham surtado também com essa coisa pecaminosa e gostosa do Gideon...
Ao que to tarada por ele....hehhehehehehehehe..

Meninas to esperando o mocinho marvado de vocês....
é só mandar pra cá ó....
morgan381@bol.com.br


Bjuuuuuuuuuuus